Carta do médico que comandou 1º Transplante de Fígado no Acre

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Médico Tércio Genzini conversa com o gov Tião, a sec de Saúde Sueli e uma servidora [foto:secongov]

 ‘Nos últimos meses estes profissionais participaram de inúmeras reuniões de capacitação e gestão, estudaram, treinaram, enfrentaram discussões e cobranças, trabalharam muito além de suas cargas horárias e suas remunerações. Trabalharam juntos, brigaram, riram e choraram. Estes profissionais, para os quais a saúde de seus pacientes sempre foi prioridade, tinham o objetivo de trazer o procedimento de mais alta complexidade para seu hospital, para sua cidade, para seus pacientes. E este esforço resultou num marco histórico na vida de todos: a realização de um sonho, o transplante de fígado no Estado do Acre, o primeiro na rede pública da Região Norte. Minhas homenagens àqueles que fizeram desta ideia uma realidade.’

Médico Tércio Genzini

A Carta foi lida na tribuna do senado pelo sen JV


 A integração na adversidade (burocrática, inclusive)

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A relação do Peru e o Acre, via rodovia do Pacífico, daqui para frente, deverá  se intensificar.

Mas, acredite, mesmo em momento de calamidade pública, os tecnocratas ainda fazem de tudo para dificultar o comércio entre os dois lados.

Foi um estresse na fronteira essas últimas horas.

O Acre necessitando de combustível e outros produtos de urgencia e a burocracia espalhando sua teia de exigências que todos conhecem.

Resultado: o Governo do Acre teve que enviar o BOPE (esquadrão de elite da PM) para ajudar no desembaraço alfandegário.

Porque se deixar por conta da burocracia vai faltar tudo (até a chicória da Oposição) nas prateleiras e nos postos de combustíveis.

A burocracia sempre quis ser mais importante que a política.

Sem ser.

O burocrata é um sujeito solitário e que só foca no trabalho, até pelo salário e a garantia que tem.

Não se preocupa com o tempo.

Nem com os outros.

Política e políticos para o burocrata, é o atraso.

Porque só enxerga modelos, fichas, dados, números, carimbos, procedimentos, regras…

No entanto…

A política é a solução.

Sem política o Acre já tinha virado um caos.

Tem sido a política de governo que tem mantido as coisas em ordem.

São os políticos que são chamados quando a coisa aperta.

E o Acre precisa dos políticos.

Dos políticos comprometidos com a solução dos problemas (tem uns políticos, claro, que nem dão as caras. Lembra daqueles dois que nem Seo Souza para a reunião em Brasília?)

Minoria.

O estresse ocorrido na Fronteira do Acre com o Peru, por conta de um papel pra cá outro papel para lá (uma vistoria aqui e outra ali)  é uma prova de que algumas pessoas – ou órgãos – ainda não entenderam a gravidade da situação no Estado com o isolamento.

Só pode.

A ponto da notícia do estresse ter chegado até à Casa Civil, em Brasília, que deve tomar medidas ainda nesta terça para retirar um pouco das teias burocráticas que atrasam e irritam a população do Estado.

Alguém avisou aos burocratas que o Governo do Acre decretou Estado de Calamidade?

Pois, é.

O mundo pegando fogo aqui no Acre – um desastre, para usar a expressão do Decreto do governo –  e a burocracia querendo ser mais importante que a solução dos problemas.

Dá até para pensar…

Deixa pra lá.

Em tempo: não se está pedindo que a Lei seja descumprida. Está se pedindo que o Acre e o seu povo sejam prioridades. Solamente.


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É o número de voos já realizados com destino a Rio Branco transportando mercadorias nesses últimos 60 dias.

Média de quase 3 voos diários.

Mais de 1.500 toneladas de alimentos chegaram ao Acre via aérea.


Dudy
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Começou a pegar.

Na segunda à noite, no Araújo, vi clientes comprando produtos da empresa acreana que inaugurou há poucos dias.

Perguntei a um deles se sabia que era produto feito no Acre.

-É? Comprei porque vi que era barato

-É produto feito aqui mesmo.

Não. Isso não é um merchan!

É uma alegria poder divulgar o trabalho de empresas acreanas num momento desses.


Soldados da Borracha!

A deputada Perpétua tem um recado para vocês!


Pro deputado FlavianoM, tem?

O virtual candidato ao governo, o tucano MBittar (do mesmo partido de Aécio e FHC, que quebrou o Brasil três vezes e prometeu o Real igual ao Dólar por toda eternidade) diz que defende a extinção da aposentadoria para ex-governador com esse argumento aí embaixo.

Defende o fim da aposentadoria, mas somente para Jorge Viana porque quer atingi-lo.

Porém, não diz nada do mesmo benefício ao ex-senador e atual deputado federal FlavianoM, que estará ao seu lado no palanque da Oposição.

Qual é a diferença, MBittar?

A resposta requer apenas um adjetivo e substantivo, que começam com a letra C.

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MBittar afirma isso e nem fica com a cara vermelha (ou azul tucano) de vergonha.


Quá quá quá

Só podia ser ele.

FHC: – Não sei pra que tantos médicos. Acham que os brasileiros são hipocondríacos.


Por hoje, FIM