Bancada do Acre se une e pressiona Dilma por ajuda

O tamanho da ajuda pode começar com R$ 21 milhões, sendo 12 para o governo do Estado e R$ 9 milhões para a prefeitura da capital. Os recursos, se liberados, serão utilizados para reconstruir parte dos seis municípios atingidos pela enchente e recuperar as áreas de Rio Branco afetadas pelas águas que começaram a baixar de nível.

O problema da enchente no Acre serviu, pelo menos, para unir oposição e situação no Congresso Nacional. Os três senadores e os oito deputados do Acre se encontraram nesta terça e decidiram pressionar, juntos, o governo federal a liberar recursos para o Estado.

Os senadores Jorge Viana, Aníbal Diniz e Sérgio Petecão, nessa ordem – discursaram na tribuna do Senado explicando as dificuldades por que passa o Acre.

-A imprensa do Brasil ainda não tem a dimensão do que aconteceu no nosso Estado. Talvez com a ida hoje do ‘JN NO AR’, da Globo, as  pessoas comecem a compreender o que estamos dizendo aqui – afirmou Jorge Viana.

Em aparte, o senador Petecão disse que era preciso encontrar uma maneira de convencer o governo federal a ajudar o Acre o mais urgente possível.

-Nem que a gente fique até 2 da manhã no Palácio, mas nós temos que dizer para a ministra Ideli ou para a presidente Dilma o que está acontecendo no nosso Estado. Eu não pretendo sair de Brasília sem uma resposta do governo federal para o Acre.

Na mesma linha, o senador Aníbal Diniz acredita que, no mais tardar, a bancada acreana será recebida no Planalto na manhã de quarta-feira. O senador deu ênfase à unidade de ação dos políticos acreanos.

-Nesse momento não cor partidária. Estamos todos juntos.

 

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