Maioria das candidaturas com pendências é perfeitamente sanável junto à justiça eleitoral (Nazaré é candidatíssima!)

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O oba-oba que a mídia fez das candidaturas da Frente Popular, especialmente estas, de que estariam impugnadas e/ou indeferidas pela justiça eleitoral não se sustenta por mais de um dia…

Talvez dois…

Não mais que três.

A maioria é de fácil resolução e pede apenas o comprovante que o candidato pediu mesmo o seu desligamento da função que exercia no serviço público na data correta.

Só isso.

Nazaré Araújo,  candidata a vice de Tião Viana, estará na chapa da Frente Popular sem problema algum.

O próprio advogado Odilardo Marques afirma:

-Não tem a menor chance de Nazaré não ser candidata.

Claro!

O MP Eleitoral está fazendo a sua parte.

Passando o pente-fino.

Toda eleição tem isso.

Então, candidatos como Moisés Diniz e mais uma dezena deles será confirmada normalmente pelo MPE.

Muito barulho para nada.

Post scriptum (PS): agora, os que têm condenação por má gestão aqui na capital e no interior o bicho vai pegar. E aí não tem choro atrás de mamãe que dê jeito.

 


Maiores empresas do Acre se instalaram nos governos da Frente Popular

Setores da imprensa do Acre cada dia mostram que não entendem nada de processo de crescimento econômico.

Imaginam que processos econômicos abrangentes acontecem da noite para o dia.

Assim num estalar de dedos.

O Acre já vive a construção do seu processo econômico.

Imperceptível para muitos ainda, mas vive.

Antes dos governos da Frente Popular nenhum empresa do Acre reunia numa mesma folha de pagamento pelo menos mil empregados, exceção foi o Banco do Estado, que um dos governos representantes da Oposição (Orleir Cameli, tio do doutor)  ajudou a afundar.

O Banacre chegou a ter pouco mais de 1.100 servidores.

Hoje, em processo de liquidação, tem ainda de 10 a 20 sobreviventes.

Foi nos governos da Frente Popular que empresas de porte se dispuseram a vir para o Estado.

Alguém conhece por acaso o Macro?

O Atacadão?

Já ouviram falar na empresa que administra o Via Verde Shopping  e as grandes redes como As Lojas Americanas, Renner, Riachuelo e Centauro?

Ou os hotéis de grupos nacionais conhecidos que estão se instalando em Rio Branco?

E a fábrica de camisinhas de Xapuri, que produz milhões de preservativos que o ministério da Saúde compra e distribui para todo o país?

São empresas que vieram e se estabeleceram no Acre.

Empresas grandes, consolidadas.

E nem estou relacionando as empresas de ponta do Acre, que nos últimos tempos deram um salto de qualidade.

Vou citar duas:  o grupo Araújo, que tem mais de mil empregados e uma folha de pagamento de mais de 1,5 milhão/mês.

E o que é melhor: em expansão ainda.

E a Recol (10 empresas), maior grupo empresarial do Acre e um dos maiores do Norte, que ultrapassou as fronteiras do Estado e representa marcas importantes, como a Johnson & Johnson e Ambev.

O problema é que vivemos muitos anos no atraso.

Dos 100 anos de existência política, 85% desse tempo foi a Oposição que governou o Acre com seus partidos arcaicos.

E a Oposição ainda fala em alternância de poder.

Como?

Governou a maior parte do tempo e não desenvolveu o Estado.

Por quê?

Como ousa falar em alternância?

O processo de crescimento econômico do Acre vai seguir em frente.

Porque é inexorável.

Mas não será num passe de mágica.

Em tempo:  esqueci a Friboi e outras, com certeza.



Trabalhadores em Educação não querem andar para trás
educação tiao e perpetua

 

E vão ouvir Tião Viana e Perpétua no Parque das Acácias.

Compromisso de mais mudanças.

Rumo ao 5-O!



Intervenção no futebol? Não, intervenção no dinheiro do futebol

 

Autor – Fernando Brito

O inacreditável oportunismo de Aécio Neves diz que o governo quer – e o país não precisa – de uma “Futebras”, como se fosse essa a forma que o Estado brasileiro tem – e deve ter –  de intervir na imoralidade que – todo mundo sabe – campeia nos chamados “negócios esportivos”.

E onde, claro, quem menos tem vantagens é a imensa maioria dos jogadores.

A intervenção que o futebol brasileiro precisa é no controle e fiscalização estatal sobre os imensos fluxos de dinheiro que ele proporciona, embora os nossos clubes de futebol estejam – ou aleguem estar – sempre falidos e a mendigar favores fiscais ao Estado.

Nem vamos falar deste escândalo atual sobre as fortunas movimentadas por um agente da cartolagem da Fifa com os ingressos da Copa.

Temos a imensa sonegação fiscal da Globo na compra dos direitos da Copa de 2002, devidamente abafada com a condenação de uma humilde funcionária da Receita, que um belo dia, sem mais nem porquê, resolveu colocar o processo numa sacola e fazê-lo desaparecer.

O  agora ex-presidente do Barcelona, campeão de escândalos, escapou ileso dos seus tumultuados negócios com Ricardo Teixeira e, antes mesmo da Justiça pelo imbroglio do amistoso superfaturado entre Brasil e Portugal , carregou daqui  até o capital de sua suspeitíssima empresa de marketing esportivo, a Alçianto, um “troco” de 12 milhões de reais.

Sem falar do monte de “agentes” de jogadores mais mixurucas, que cansam de lavar dinheiro de todas as formas, inclusive via empresas de factoring.

Dos “grandes” como o empresário iraniano Kia Joorabchian, homem-forte da MSI, nem é preciso falar, não é?

Todos os contratos relativos a clubes e outras entidades esportivas – inclusive os de publicidade e transmissões esportivas, bem como os que se referem a transações de “passe”  dos jogadores  – devem ser objeto de um sistema de registros próprio, controlado pelo Banco Central,  porque implicam em receita para clubes, federações e confederações que têm isenções e benefícios fiscais do Poder Público.

Claro que não é preciso controlar os salários miúdos dos jogadores do modesto Íbis, de Pernambuco, nem qualquer pequeno valor, talvez nos limites de movimentação financeira acima dos quais as transações financeiras já são – ou deveriam ser – objeto da supervisão do COAF.

Dentro da lei, portanto.

Se os contratos forem registrados e estiverem sujeitos à fiscalização pública – porque acabam por envolver dinheiro público, na forma de isenções de impostos, perdão e parcelamento de dívidas – e a sua sonegação a este controle for criminalizada, ao menos administrativamente, boa parte deste câncer será controlado.

Claro que há muitos outros fatores sobre os quais se deve agir, que vão desde as práticas de iniciação esportiva até a criação de fundos de pensão próprios para esportistas, passando por inúmeras questões.

Mas, essencialmente, o  que destrói o nosso futebol é, todo mundo sabe, o dinheiro escuso e camuflado que nele se movimenta.

O Estado não tem que trazer o  Pep Guardiola para o nosso futebol. Se for para importar alguém, que seja um Eliott Ness [agente federal norte-americano que chefiava uma equipe de detetives chamada de Os Intocáveis, que prendeu Al Capone – jrbrana]

Porque se trata de máfia, não de outra coisa.


 

Por hoje, FIM