Prefeita acusa Cesário de pedir dinheiro, que responde: ‘Me respeite’

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Cesário Braga, presidente do PT/Acre

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Cesário Braga, presidente do PT do Acre

Por favor, me respeite Socorro!

Estava na zona rural de Porto Walter e ao chegar em Cruzeiro do Sul fui surpreendido por uma acusação gravíssima da prefeita Socorro Neri (prefeita de Rio Branco), que afirmou, em debate organizado pela OAB/Acre, que eu havía lhe procurado para pedir dinheiro.

MENTIRA, conversei pessoalmente com a Socorro Neri duas vezes em toda a minha vida.

A primeira conversa aconteceu em 2016, por ser radicalmente contra a escolha da Socorro para ser candidata à vice-prefeita do Marcus Alexandre, o ex-governador Tião Viana, pediu que a procurasse para conhecê-la melhor. Na oportunidade, a questionei como alguém filiada ao PSDB, que tecia críticas à nossa administração e havia sido indicada pelo então deputado federal Major Rocha como pré-candidata a prefeita, havia mudado de opinião de uma hora pra outra e aceitado o convite para se filiar em um partido aliado para ser vice do PT.

A segunda ocasião, já em 2018, aconteceu a pedido da própria Socorro Neri. Estávamos na eminencia do Marcus Alexandre se afastar da prefeitura para concorrer ao governo do Estado. Por decisão própria, Socorro estava dialogando com alguns petistas. Nesse diálogo afirmei que ela não transmitia confiança e que eu, particularmente, não conseguir confiar nela por tudo que via.

Nunca lhe pedi nada! Ademais, nos falávamos cordialmente e lhe cumprimentava em eventos ou em reuniões com amplo quórum.

Sou um trabalhador, pai de família e me indigna saber que meu filho, minha esposa e minha mãe possam passar por situações de constrangimento, devido uma mentira contada em plena eleição.

Porém, mesmo diante disso tudo, não a considero minha inimiga. Compreendo que possa ter se exaltado no calor do debate e dou à Socorro Neri a oportunidade de se mostrar grande, humilde e sincera, reconhecendo publicamente que não é verdadeira a afirmação sobre mim.

Não é de meu feitio buscar a justiça dos homens quando sou xingado, ameaçado ou coisa do gênero. Porém, caso não haja a retratação, diante de um ataque a minha honradez e honestidade, não posso me furtar de representá-la civil e criminalmente.