Calixto compara patrimônio de GladsonC e JV

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A evolução patrimonial de Jorge Viana e Gladson Cameli

Luiz Calixto – servidor público (foi deputado estadual) – Que fique bem claro: não farei acusações, tampouco sutis insinuações ao ex-governador e ex-senador Jorge Viana. Aliás, isso já deverá servir como defesa quando algum desavisado quiser imputar a ele o rótulo de corrupto.
Quero, ainda, deixar bem anotado que, apesar de nossas divergências políticas, o respeito como acreano que gosta do Acre e tem liderança política.
Estou usando o nome de Jorge Viana como referência para combater a desinformação e o mau-caratismo daqueles que não sabem nada sobre evolução patrimonial, mas se avexam em incriminar o governador Gladson Cameli ao avaliar a evolução patrimonial dele.
Pois bem: em 1998, quando foi candidato ao governo do Acre, Jorge Viana declarou à Justiça Eleitoral um imóvel localizado no condomínio Chácara Ipê, financiado pelo Banacre, no valor de R$ 40 mil.
Em 2010, quando foi eleito senador da República, o mesmo imóvel foi declarado ao Tribunal Regional Eleitoral por R$ 330 mil. Ou seja: o imóvel de Jorge Viana teve uma valorização de 725%, a se comparar com a inflação acumulada no período, de pouco mais de 110%.
E por que o patrimônio de Jorge Viana aumentou? Por melhorias realizadas no imóvel, inflação e valorização imobiliária.
De pouco mais de R$ 70 mil, em 1998, o patrimônio do ex-senador evoluiu para R$ 2,3 milhões, em 2010. Ou seja: 3.285% de evolução patrimonial.
Um jornalista ou político mal intencionado poderia assim dizer: isso foi roubo.
O mesmo raciocínio vale para avaliar o crescimento do patrimônio de Jorge Viana de R$ 2,3 milhões, em 2010, para R$ 3,7 milhões, em 2018.
No intervalo de tempo Jorge Viana auferiu rendas, seus ativos se valorizaram etc. Natural, portanto, que tenha evoluído.
Com Gladson Cameli ocorreu a mesma matemática de valorização.
Qual o problema mesmo?
Senhores paladinos, muito cuidado ao falar ou escrever bobagens.

Aqui as imagens das declarações prestadas ao TRE em 1998, 2010 e 2018.

Luiz Calixto