Op. Sangue Amargo: político vender carne clandestina é novidade…

# vereadores plácido

O município de Plácido de Castro, na fronteira com a Bolívia, ‘ferve’… é o que contam os de lá com a operação da PF que prendeu vereadores e servidores públicos acusados de atuarem em mercado clandestino de carne.

A região é conhecida também pelo alto índice de roubo de gado…

Em Plácido, comenta-se, que as denúncias teriam sido feitas por bolivianos…o gado é trazido do país vizinho por conta da facilidade na fronteira.

Dois vereadores foram presos (PP e PT), segundo a PF (abaixo)…

A vida também na política está difícil, ao que parece…e um ‘bico’ com gado clandestino reforça a renda, não é?

A regra que se ouve falar em época de campanha eleitoral é político comprar votos…vender carne clandestina é novidade!

É o Brasil!

Detalhes abaixo

operação

Da PFOperação Sangue Amargo

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (13/11) a Operação Sangue Amargo, destinada ao combate de organização criminosa especializada na venda de carne clandestina, que seria destinada a colégios e estabelecimentos comerciais no Estado do Acre.

Ao total, estão sendo cumpridos 26 mandados judiciais, dentre os quais 8 mandados de prisão, 10 mandados de buscas e apreensões e ordens de indisponibilidade de bens dos principais investigados, no município de Plácido de Castro.

A investigação teve início quando membros do grupo criminoso começaram a ficar conhecidos pela venda de gado sem procedência e pelo uso de poder político para conseguir se esquivar de fiscalizações. A PF apontou que o bando agiu criminosamente no transporte clandestino de bovinos, repassando as carnes para açougues e frigoríficos da região.

Dentre as vítimas da organização criminosa está a Prefeitura de Plácido de Castro, que comprava carne de membros da organização criminosa vencedores de procedimento licitatório, bem como a população do Estado do Acre, que adquiria a carne no comércio e frigoríficos locais.

Dentre os presos, estão dois vereadores, um advogado e um servidor do Instituto de Defesa Agropecuária do Acre (IDAF), pois os investigados teriam se valido do poder político e funcional para possibilitar a atuação dos criminosos.


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