Em evento mostram que o Acre inteiro morreu mas ainda não sabe

# acre pesquisa

(Em tempo abaixo)

Ao blog, por um dos melhores leitores, que não deixa nada passar, esse print abaixo, onde a manchete cita pesquisadora que diz que ‘em 20 anos do PT no governo foram registradas mais de 1 milhão de mortes por violência’…

A população do Acre é de 700 mil habitantes…um pouco mais…

Foi num fórum do MP sobre violência que apareceu esse 1 milhão de mortes violentas em 20 anos do PT…

Como chegaram a esse número?

Qual o critério utilizado?

pesquisa

oestadoacre constatou o absurdo desse ‘dado científico sobre a violência’, porém, mesmo assim, consultou o ex-secretário de segurança Fernando Melo, que disse:

-Se fosse assim todos nós já teríamos morrido aqui no Acre…Acho que houve um grande equívoco nesse número de 1 milhão.

mortes
Montagem do g1-acre das mortes em 2017

No ano passado o Acre registrou sua maior média de mortes/aa e por 100 mil habitantes: 530 e 63,9/100/mil/hab, respectivamente.

Esse índice de 2017 repetido nos anteriores 20 anos, o que não aconteceu, claro, o número chegaria nesse período de duas décadas a pouco mais de 10 mil registros de mortes violentas…

Em tempo: por essa pesquisa todos nós já morremos e não estamos sabendo…deve ser isso mesmo….

J R Braña B.


Em tempo (publicado às 21h20): e-mail da pesquisadora que apresentou palestra em evento do MP:

Prezado, li a notícia:

Em evento mostram que o Acre inteiro morreu mas ainda não sabe

e fiquei na dúvida se o site é de piada ou de conteúdo com dados de interesse, por fim, penso que a consulta a ser feita, não deveria ser o Senhor Fernando Melo, a qual tenho admiração e respeito. Eu, Jaqueline Sousa, enquanto pesquisadora afirmo que o que foi dito na palestra não condiz com a matéria divulgada, ao passo que ao ser informada do “equívoco” contactei o jornal “contilnetnotícias” e o mesmo, de pronto corrigiu, sugiro consultar novamente, todavia, se ainda não for satisfeita a dúvida, solicite à diretoria de comunicação do Ministério Público do Estado do Acre, cópia gravada da referida palestra, ou ainda, a minha cópia.
Enquanto pesquisadora, não cometeria um erro crasso como este, mas não tenho o que justificar, salvo se for consultada.
Respeitosamente,
Jaqueline Sousa de Araújo, a pesquisadora.

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