Malheiros (do TCE) desfaz o oba-oba do caos perfeito nas contas do Estado (v)

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Antonio Malheiros, do TCE

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, Antônio Malheiros, de forma serena, desmonta o oba-oba,  a falácia e o engodo de que o tesouro estadual está insolvente total.

Segundo Malheiros, ‘o Acre tem um limite de endividamento de 8 Bi (atingiu metade) e que também o próximo governo, de GladsonC, fará empréstimos.’

A fala providencial de Malheiros foi um balde de água gelada no relatório do próprio pessoal do TCE…

Malheiros agiu como um experiente bombeiro institucional…

Agradou o governador atual e pôs freio nos arroubos pueris dos açodados aliados do governador eleito.

O conselheiro Malheiros, porém, diz que o maior problema é a Previdência do Estado, que precisa honrar com o pagamento dos aposentados, claro.

Nesse ponto, Malheiros tem razão em se preocupar, mas repete a velha narrativa da mídia e do governo Temer/Bolsonaro de que a Previdência está quebrada e que é ‘necessário uma reforma.’.

Que reforma? Para quem? Vai mexer nos privilégios do Judiciário e afins? Dos parlamentares? Do Executivo?

Sim, é necessário uma reforma, porém que comece cobrando os bilhões sonegados (de bancos e de grandes empresas, por exemplo) e que as mudanças que o futuro governo planeja fazer não troque o modelo atual de solidariedade por capitalização, adotado no Chile e que não deu certo….pelo contrário: naquele país há registro de surto de suicídio de idosos devido não suportarem serem sustentados por filhos e netos (veja entrevista do ex-ministro da Previdência, Carlos Gabas, no final do post sobre esse assunto).

Mas antes assista o que diz Malheiros, do TCE, sobre as contas do Estado, Previdência, e, logo a seguir, o ex-ministro da Previdência Carlos Gabas em esclarecedora entrevista a PHA.

Em tempo: no Acre (e no Brasil) se falará muito sobre Previdência nos próximos meses…e oestadoacre vai repetir essa entrevista do ex-ministro Carlos Gabas em vários posteres para que os melhores leitores possam compreender melhor esse assunto.

J R Braña B.


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