Perpétua, Aníbal, Jorge…Senado aprova 25 mil para Soldados da Borracha e Oposição do Acre, envergonhada, tenta participar da festa

senado soldados da borracha

Foto: Richard Siva (Perpétua e Aníbal comemoram vitória; Jorge Viana preside sessão histórica para Soldados da Borracha)

A quarta-feira foi diferente no Senado.

Começou com votações importantes e sem nada de garantia que a PEC dos Soldados da Borracha iria entrar em pauta.

O presidente do Senado, Renan Calheiros, não dirigiu a sessão porque está em viagem numa agenda fora do país e quem assumiu a presidência dos trabalhos foi o senador Jorge Viana.

Era um sinal de que os velhinhos da Amazônia, do Acre, teriam um dia de alegria.

Porque o senador Jorge Viana bancou a votação da PEC que, como disse antes, não iria ser apreciada pelo plenário numa situação normal.

Iria demorar mais uns dias.

Esse negócio de Parlamento e votação é um jogo de empurra pra lá, empurra para cá que não tem fim.

Resultado: o senado aprovou os 25 mil que os Soldados da Borracha vão por no bolso antes que o deputado GladsonC desminta que su padre nunca foi um tirador de látex nos seringais do Acre.

Vai haver uma sessão solene onde o presidente do Senado irá promulgar (tornar Lei efetiva) a decisão do Senado.

Estavam na sessão os senadores que jogaram papel destacado pela aprovação desse benefício:

Vanessa Graziotin, Aníbal (relator de fundamental importância), Eduardo Braga (líder do Governo) e a deputada Perpétua, que está há mais de uma década lutando por esse benefício.

Benefício de 34,5 salários mínimos de uma só vez, como fez os cálculos o seu Alcy, lá de Tarauacá, logo após a aprovação pelo senado.

Mais a pensão vitalícia de 2 salários mínimos.

Uma vitória da persistência.

12 anos o Congresso enrolava os Soldados da Borracha.

Foi preciso chegar Dilma Rousseff para bater o martelo e dizer Sim aos herois da Amazônia.

Nesse ponto a deputada Perpétua foi uma cri-cri no pé-do-ouvido de Dilma quando ela esteve em Rio Branco, no meio do furdunço da Alagação.

Pediu tanto que a presidenta concordou em pagar os 25 mil.

Tudo que os Soldados da Borracha mais queriam.

Homens que já têm mais de 80 anos e ‘precisam desse dinheiro pra ontem’ para ter um pouco mais de dignidade e conforto no final da vida.

Dilma entendeu isso depois de muita conversa com os parlamentares aliados da causa (Aníbal, Eduardo Braga, Vanessa e, claro, Perpétua).

A votação no senado foi unânime.

Todos os senadores que estavam lá votaram a favor.

Todos?

Como?

A Oposição do Acre não tinha votado contra na sessão anterior, na CCJ, essa mesma proposta?

Tinha (como mostramos aqui as notas taquigráficas).

Porém mudou de ideia no último minuto do segundo tempo.

O senador Petecão, que havia votado contra na CCJ – dessa vez fez as contas com seu colega de Oposição, o doutor GladsonC,  e disseram um para o outro assim:

-Olha, Gladson, nós já nos demos mal na primeira vez votando contra. O sindicato tentou ajudar dizendo que nós tínhamos sido os bambambãs, mas não colou. Os velhinhos ficaram com a Perpétua e o Aníbal. Então é melhor a gente votar a favor para não ficar pior.

-Isso mesmo, Petecão. Vota a favor que hoje mesmo vou enviar release para os nossos aliados da imprensa do Acre e Facebook dizendo que nós conseguimos conquistar a vitória dos Soldados da Borracha.

Quá quá quá!!!

Foi isso mesmo, pessoal!

Vendo que estaria derrotada fragorosamente no Senado, a Oposição do Acre resolveu votar com a proposta do governo, a proposta de 25 mil para os Soldados da Borracha.

Porque no fundo, no fundo a Oposição queria  mesmo que a Perpétua, o Aníbal e o Jorge Viana não conseguissem esse benefício para os bravos e heroicos  Soldados da Borracha.

A Oposição fez de tudo, com uma história mal contada nas últimas semanas, para que a  PEC dos Soldados da Borracha voltasse à Câmara e ficasse dormindo lá mais uns 10 anos.

Para culpar a Frente Popular, a Perpétua e o Aníbal – pela não solução do problema.

Ora, os Soldados da Borracha não queriam mais demora.

Porque não estariam mais vivos para por o dinheiro no bolso se não fosse aprovado agora a PEC deles.

Por isso, a Perpétua, o Aníbal e a participação especial de Jorge Viana dirigindo os trabalhos na sessão de votação foram cruciais.

Foi uma vitória suada dos Soldados da Borracha.

E mais uma noite de insônia para a Oposição, que agora vai ter que contar aqui no Acre outra história para dizer por que resolveu votar a favor de uma proposta que há 10 dias era contra, quando afirmava que não prestava, isso e aquilo…

É uma Oposição cabeça de vento.

Já os velhinhos…

Estão rindo à toa com 25 mil (34,5 salários mínimos) que vão embolsar antes do galo cantar três vezes.


São Jorge, Viana…

No dia de São Jorge, foi um senador acreano de nome Jorge que presidiu a sessão histórica que aprovou Proposta de Emenda à Constituição, que concede 25 mil aos Soldados da Borracha.

Jorge Viana dirigindo a sessão a PEC entrou em pauta, foi votada e aprovada.

Só no Acre esse dinheiro vai injetar quase 200 milhões na economia do Estado.

A quarta foi dia do Acre no Senado.

Que derrota da Oposição do Acre no senado!


Ufa!

Demorou.

Mas chegou, enfim!

A engrenagem principal da Fábrica de Ração.

A caldeira.

Valor do brinquedo: 1,2 milhão.

O secretário Edvaldo Magalhães não se cabia em si de contentamento.

-A Fábrica de Ração do Acre é a primeira no país com características específicas para trabalhar com peixes como surubim, pirarucu e demais espécies de peixes redondos. A produção de ração deverá atingir 40 mil toneladas anuais.


Saiu no Aquiry

Se se confirmar MBittar terá conseguido mesmo puxar o tapete do Boca.

O que fará Bocalon?

Aceitará mais uma vez ser coadjuvante do tucano?

Entregará os pontos o DEMO?

Ou caminhará ao lado de MBittar como se nada tivesse acontecido?


Vídeo – TV Senado (Soldados da Borracha)

Compare as posições de Petecão e Perpétua

Petecão confunde tudo de novo.

Reclama da proposta aprovada, mas diz que vota a favor.

Entenda um negócio desses…

Se é ruim por que vota a favor…?

Lembra da conversa dele com o doutor GladsonC?

Oposição cabeça de vento…


Por hoje, FIM

 

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