Infraero: oportunidades de negócio nos aeroportos da capital e Cruzeiro

O levantamento da Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) indica que o acreano faz 0,28 viagem por ano. Média nacional é 0,47.

Protótipo do reformado aeroporto de Rio Branco

RIO BRANCO/PLÁCIDO CASTRO

– Quantidade de pontos comerciais: 23;

– Pontos comerciais disponíveis: sete;

– Segmentos atendidos: alimentação, varejo, serviços, publicidade e ações eventuais.

Receita comercial: R$ 1,73 milhão

– Potencial para empreendimentos em áreas externas: publicidade;

– Potencial para empreendimentos em áreas operacionais: hangares e hangaretes;

– Movimentação de passageiros em 2016: 354,2 mil.

CRUZEIRO DO SUL

– Quantidade de pontos comerciais: 15;

– Pontos comerciais disponíveis: 10;

– Segmentos atendidos: alimentação, varejo, serviços, publicidade e ações eventuais.

– Receita comercial: R$  376 mil;

– Potencial para empreendimentos em áreas externas: publicidade;

– Potencial para empreendimentos em áreas operacionais: hangares;

– Movimentação de passageiros em 2016: 80 mil.

A Infraero destacará suas oportunidades de negócios nos aeroportos administrados pela empresa nos estados do Amazonas, Rondônia, Roraima e Acre no Voo de Negócios, iniciativa da estatal para aproximar-se de empresários, agências de publicidade, eventos e associações comerciais interessados em empreender nos terminais de passageiros ou nas áreas externas dos aeroportos. Os principais atrativos para novos negócios serão apresentados nesta quinta-feira (9/2), às 16 horas, na sala de desembarque internacional do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes.

Sete aeroportos serão apresentados ao mercado: Manaus/Eduardo Gomes (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM), Rio Branco/Plácido Castro (AC), Cruzeiro do Sul (AC), Porto Velho/Governador Jorge Teixeira de Oliveira (RO) e Boa Vista/Atlas Brasil Cantanhede (RR). Em todos eles há oportunidades para lojas e quiosques nos segmentos de alimentação, varejo, serviços e ações eventuais, além de espaços publicitários. Contam ainda, com áreas externas capazes de receber empreendimentos de maior porte, como hotéis, centros comerciais, exploração de hangares e postos de abastecimento, por exemplo.

“Cada aeroporto é um grande centro de negócios, com várias possibilidades de investimento. É possível termos empreendimentos para os passageiros nos terminais, além de hangares e concessão para operadores de aeronaves ou empresas auxiliares de transporte aéreo, além de um leque diversificado de serviços em áreas externas, como hospedagem, eventos, centros comerciais, entre outros”, afirma o Diretor Comercial e de Logística de Cargas da Infraero, José Cassiano Ferreira Filho.

Outro fator que indica o potencial dessas localidades é a geração de empregos e riquezas pela aviação no Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. Dados do estudo Voar Por Mais Brasil, feito pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), apontam que os quatro estados geraram 107,6 mil empregos na aviação, com R$ 6,33 bilhões em riquezas geradas em 2015. O levantamento da Abear indica ainda que o amazonense faz 0,43 viagem por ano, enquanto o roraimense faz 0,33; seguido pelo rondoniense (0,30) e o acreano (0,28), sendo a média nacional de 0,47, segundo a associação. Cabe destacar que dos 62 aeroportos e aeródromos públicos nesses estados, sete são administrados pela Infraero e todos eles participarão do Voo de Negócios. Juntos, eles receberam 4,33 milhões de embarques e desembarques de passageiros no ano passado.

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