Emilson Farias entra no clube dos possíveis ao Palácio Rio Branco

 

Marcus Alexandre é o nome da Frente Popular hoje para bater de frente com GladsonC (o outro seria o JV, mas tá descartado) na disputa pelo governo em 2018.

E será fácil para os eleitores avaliarem quem tem condições de comandar o estado com capacidade técnica, gerencial, de trabalho mesmo.

Se houver debate na TV/Internet, então, aí é que a diferença será grande, pois o prefeito da capital é reconhecidamente preparado para esse tipo de confronto (lembram do Bocalon, que já foi prefeito e tem experiência administrativa?)

Porém, apareceu nos últimos dias o nome do secretário de segurança, Emilson Farias.

Na sua agenda administrativa no principado de Sena, na terça, notei algo diferente no Emilson (mesmo só o conhecendo de longe).

Sua postura em Sena (reuniu com todos os vereadores) foi de um político.., deu entrevista ao Sorriso (programa de maior audiência no município) e sua aparição ao lado do governador na Cidade do Povo…hummm!!, aí tem.

É bom que tenha mesmo!

Emilson Farias, como Marcus Alexandre, são quadros do PT inegáveis no Acre.

Emilson é um secretário de segurança tranquilo, bem diferente de alguns fanfarrões que já passaram por essa pasta especialmente quando a oposição mandava no Acre.

Daqueles que queriam resolver tudo na bala…, lembram?

Emilson é um secretário de segurança afinado com os Direitos Humanos…não é um australopiteco com o poder de polícia nas mãos.

Sinceramente gostei muito do surgimento de Emilson Farias como potencial nome a ser debatido pelo governo e aliados em 2018.

Isso prova mais uma vez que a Frente Popular (ainda podemos chamar assim?) se renova muito mais que a oposição, que só tem GladsonC a apresentar aos eleitores.

E não tô nem citando Nazareh Araújo, uma mulher (firme ideologicamente, ressalte-se) capaz também de sacudir este estado na hora de uma disputa para o Palácio Rio Branco.

Vamos em frente…


Em tempo sobre uma forçação de barra em manchete esta semana na mídia da oposição ao governo: tem coisas na política (na vida, também) que é melhor que siga seu caminho em outras paragens.

J R Braña B.