Mais uns dias e o Acre terá o maior empreendimento em produção da era Frente Popular

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Sec Edvaldo Magalhães e o governador Tião Viana – Foto: Sérgio Vale – secom/gov/Ac

É o Complexo da Piscicultura.

Um projeto sonhado no começo do governo e somente agora começa a se tornar realidade.

Saiu na Agência de Notícias do Governo

O governador Tião Viana esteve na manhã de quinta-feira, 5, no Complexo de Piscicultura Peixes da Amazônia S.A. O projeto de ponta irá tornar o empreendimento o maior do ramo no Brasil, abrangendo num único espaço laboratório de alevinagem – já entregue, além da fábrica de ração, com previsão de inauguração para este mês – e um frigorífico, previsto para julho.

(…)

Traduzindo:

O negócio do Peixe no Acre vai bombar e será um dos carros chefe da nossa economia.

No governo do PT, do PCdoB, da Frente Popular.

Produção!

Perceberam que a Oposição parou de falar todo dia que o Acre não produz nada.

Tá sem pauta.

E aí atira para todo lado.

Quem atira para todo lado corre o risco de acertar o próprio pé.



Agora tá explicado…

São 12.636 Soldados da Borracha.

Cada um deles terá direito a 25 mil.

Total: 316 milhões

O Sindicato que diz que os representa cobra 1,9% dos seus ‘sócios’.

Sabe quanto dá isso?

Mais de 6 milhões.

Como não será –  nem pode – descontar nada da conta dos velhinhos….

Buá…!  Buá….! Buá…!

Entendeu agora a agonia dos ‘sindicalistas representantes dos Soldados da Borracha’, que foram à Assembleia Legislativa fazer confusão?



Perpétua vai responder perguntas sobre Estudantes na Bolívia
facetoface perpetua

Será pelo Facebook.

Na hastag (#) FaceToFace, na página da deputada.

Segunda-feira, 11 horas.

Basta um computador ou celular conectado para falar com a Flor.

As famílias e os próprios estudantes podem tirar as dúvidas.

A parlamentar esteve em La Paz e em Santa Cruz tratando do tema Estudantes Brasileiros na Bolívia.



Olha só…

Quase acaba em briga uma entrevista numa FM de Sena envolvendo nada menos que o prefeito Mano e um produtor rural.

Foi tão sério que o produtor chegou a propor ao prefeito resolver a questão no braço, na frente da emissora.

UFC no meio da rua.

Pra todo mundo assistir.

Ah, principado…



Gasolina mais cara do mundo

É a do Juruá.

A segunda mais cara do mundo é a do restante do Acre.

Por isso, o senador Jorge Viana, o deputado Moisés, um taxista  e um vereador de Cruzeiro foram até ao Rio de Janeiro, à Agência Nacional de Petróleo, conversar.

Porque do jeito que tá não tem a menor condição.

Agora é bom lembrar que esse abuso no preço vem desde que o Galvez  imperou por aqui.

E só agora se tenta uma solução.

no rio na anp



Avança,  Brasil!

O proprietário de imóvel urbano ou rural que explorar trabalho de empregado sem o devido pagamento de salário estará sujeito a ter seu imóvel expropriado.

Esse mandamento constitucional passa a valer no Brasil com a Emenda Constitucional 81, promulgada no início na quinta-feira (5) pelo Congresso Nacional.

É um nocaute na exploração do trabalho escravo que ainda existe (meio escondido) no Brasil.



Quebrando mitos

quebrando mitos


Frase de PHA

-Não vai ter………… Segundo Turno!



Não é a Copa, imbecil, são as eleições!

 

Professor Emir Sader

A imagem do Brasil foi projetada internacionalmente nas ultimas décadas de três maneiras distintas: o Brasil da ditadura militar, o Brasil do neoliberalismo e o Brasil do Lula. O da ditadura tinha a cara do “milagre econômico” e a da repressão. Cada campo político exaltava um lado. No neoliberalismo, da mesma forma, o Brasil foi retratado de modelo que parecia se consagrar a fracasso.

O Brasil do Lula foi a imagem mais difundida do país em muito tempo. Depois de estar apagado na mídia internacional por um bom tempo, de repente, para surpresa geral, no meio da era neoliberal, o pais mais desigual do mundo passou a ser a referencia na luta contra a fome e o modelo de sucesso no combate à desigualdade. É uma imagem que incomoda muito. Antes de tudo, às hostes neoliberais, cujos princípios são negados abertamente pelo Brasil, que faz residir nessa negação exatamente o seu sucesso. E incomoda aos setores da ultra-esquerda, que já tinham cantado a “traição” do Lula e do PT, no começo do governo e tiveram que engolir a seco o sucesso popular interno e internacional do Brasil.

Desde o ano passado, foi se desatando uma gigantesca campanha internacional contra o Brasil, que busca desconstruir esse Brasil que incomoda a esses setores. Tratou-se de dizer que, com as manifestações de junho do ano passado, ruía todo o castelo construído no Brasil. Não poucos – da direita à ultra-esquerda, aqui e lá fora – se valeram da palavra “farsa”, como se tudo o que acontece no Brasil desde 2003 fosse uma montagem, que finalmente se desmontava. Houve até quem prognosticasse que o país entrava numa “fase de rebeliões”, fazendo dos seus desejos realidade. Coisas presas na garganta vieram pra fora sem nenhuma auto-censura, acreditando que a realidade era redutível às suas palavras.

A persa de apoio do governo incentivou a oposição a acreditar que “o ciclo do PT havia terminado”, levando forças da própria base de apoio do governo a acreditarem que sua hora havia chegado. Puseram seus melhores ternos e foram para a janela a ver passar o féretro do governo.

Contam esses com a formidável maquinaria neoliberal global, que tem no The Economist, no Financial Times, no The Wall Street Journal, no El Pais, suas vozes cantantes. Junto com a anunciada – e nunca cumprida – desaceleração da economia chinesa, agregaram uma suposta recessão dos Brics a uma também imaginária recuperação dos países do centro do capitalismo. Tudo contra todas as evidencias, que os desmentem em números, todos os meses.

Faz parte dessa contra-ofensiva da direita a campanha orquestrada contra o Brasil. Para não citar a cascata de calúnias e mentiras – que incluíam desde o assassinato de crianças em Fortaleza e uma greve geral de todas as polícias estaduais –, basta recordar que o Ministério de Relações Exteriores da Alemanha classificou o Brasil como “pais de alto risco”, categoria usada para países com conflagração armada, com insegurança total, como Nigéria, Sudão, Ucrânia.

Nada fez com que diminuísse a procura de pacotes para a vinda ao Brasil, nem na Alemanha, nem na França como atestou o Veríssimo de Paris, depois de alinhar algumas das barbaridades que falam do Brasil por lá.

É uma ofensiva intencionada, pelo que o Brasil do Lula os incomoda. Aqui dentro, com a Copa coincidindo com as eleições, a mídia – mais do que nunca assumida direção partidária da oposição – se joga inteiramente nas denuncias sobre a Copa e no eco desmesurado de qualquer mobilização que, de alguma forma, possa aparecer ligada à Copa, na expectativa de que possam desgastar a candidatura da Dilma.

Se valem de manifestações de distintos setores, algumas deles em que alguns, de forma oportunista, buscam os holofotes da mídia nacional e internacional, para gerar uma imagem de descontrole social. Contam com a mídia internacional afoita de notícias sensacionais e com a operação política global da direita contra o Brasil.

Não fosse ano eleitoral e a circunstancia de que a direita deve ter sua quarta derrota consecutiva, a mídia não estaria tão assanhada assim. Não estaria – até as eleições, claro – dando cobertura e sobredimensionando qualquer manifestação existente ou por haver. Afinal, no marco geral de diminuição sistemática das tiragens e da audiência, a Copa seria um bom tema para diminuir esse ritmo de queda.

Mas, não é a Copa, imbecil! É a eleição presidencial. É a perspectiva provável de reeleição da Dilma, ainda mais com a possibilidade de um retorno do Lula em 2018. Isto é o que produz o desespero da direita nacional e dos seus aliados internacionais. Não olhem para o dedo que aponta a lua, olhem para a lua. A questão política central este ano não é a Copa, são as eleições.

[publicado no blog da boitempo]



Vídeo

‘Erga essa cabeça…’ (A música da Seleção contra o pessimismo dos Coxinhas)

Tá escrito.

Erga essa cabeça mete o pé e vai na fé
Manda essa tristeza  embora
Pode acreditar que um novo dia vai raiar
Sua hora vai chegar…

Grupo Revelação


Por hoje, FIM