Leo: Governo tucano deixou salário mínimo em 63 dólares (hoje é superior a 260)

Governo tucano é como o do Paraná.

Professor é na porrada.

No cassetete.

No spray de pimenta no olho.

Com o sangue espirrando pelo nariz.

J R Braña B.

 

GabPal

Leo de Brito homenageia trabalhador e destaca avanços da classe conquistados pelo PT

leo tribuna camara

O deputado federal Leo de Brito usou o Plenário da Câmara nesta quinta-feira (30) para homenagear os trabalhadores pelo seu dia, comemorado neste 1º de maio.

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“Nós vamos continuar sempre ao lado das centrais sindicais, das grandes lutas dos trabalhadores e trabalhadoras do Brasil, a quem eu quero parabenizar nesse momento”, afirmou o deputado após lembrar que o governo petista foi marcado por mais de R$ 20 milhões de carteiras de trabalho assinadas, ampliação da base previdenciária, por avanços das políticas de melhoria do salário mínimo e, recentemente, pela posição firme da bancada contra a terceirização das atividades fim defendida pelo PL 4330.

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Conquista dos trabalhadores nos últimos anos

Mas, também levando em consideração os indicadores do PNAD, a renda real dos trabalhadores cresce desde 2004, no governo Lula, devido a quatro fatores importantes: aumento do salário mínimo, crescimento econômico, queda do desemprego e formalização do trabalho.

No fim do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 2002, o mínimo terminou valendo R$ 200 (65 dólares à época – J R Braña B). Em 2005, Lula firmou a política de valorização do mínimo junto com as centrais sindicais estabelecendo uma fórmula de reajuste válida até 2023, e ao fim se seu mandato, em 2010, o salário valia R$ 510. O valor estabelecido para 2014 no governo Dilma, de R$ 724, garantiu ao trabalhador o maior poder de compra desde 1979.

“Além disso, os programas sociais de acesso a casa própria e ao ensino superior se somam aos motivos que melhoraram a vida do trabalhador”, destaca o deputado Leo de Brito. Ele se refere ao Minha Casa Minha vida, que entre 2009 e 2014 atingiu 6,8 milhões de beneficiários, ao ProUni, que garantiu a 1,4 milhão de jovens carentes bolsas em instituições particulares de ensino superior; e o Fies que, em 2013, chegou a 1,6 milhão, sendo 83% deles vindos de famílias com renda menor que um salário mínimo e meio por pessoa.