BR-364: com Deracre rodovia dava tráfego o ano todo desde 2011…Com o Dnit, dá problema…

BR-364: com Deracre rodovia dava tráfego o ano todo desde 2011…Com o Dnit, dá problema…

 

Rodovia que liga a capital-Sena ao Juruá, desde 2011, deu possibilidade de tráfego de inverno a verão, mesmo com as dificuldades conhecidas da região.

Foi só passar para as mãos do Dnit que a coisa desandou desde o ano passado.

Vou dar um exemplo: nem as duas galerias do trecho de Sena (nas proximidades do município), que também é de responsabilidade do Dnit, foram feitas ainda.

Qual o interesse do Dnit ficar a responsabilidade da recuperação e manutenção da BR-364 e não dá conta do desafio?

Qual o interesse mesmo?

Porque o Acre (Deracre, governo, população) tem interesse que a estrada seja viável o ano inteiro.

De sol à chuva…como vinha acontecendo desde 2011.

J R Braña B.

deracre
Sob responsabilidade do governo estadual, Deracre mantinha homens o ano todo dando manutenção à rodovia BR-364..

 

Do Página 20:

Imagens e relatório do Deracre atestam que BR-364 foi entregue em condições de trafegabilidade ao Dnit

(…)

Elaborado em janeiro de 2015, o relatório do Deracre traz imagens de vários trechos da rodovia, que hoje estão em condições precárias, em perfeito estado de trafegabilidade, o que deixa claro que as atuais condições se deram pela falta de manutenção permanente de uma estrada que é de fundamental importância para a integração do Acre.

Por meio do Deracre, o governo do Estado foi responsável pela manutenção da BR-364 até dezembro de 2014, ficando apenas com o trecho Massipira (62 km) e 49 km entre Tarauacá e Feijó. A partir de janeiro de 2015, o Dnit assumiu a responsabilidade da rodovia e iniciou o Plano Anual de Trabalho e Orçamento (Patos) – colocando três empresas para fazer a manutenção da estrada, mas o serviço não foi suficiente. Em abril de 2015, o governo entregou ao Dnit a responsabilidade também pelos trechos Massipira (62 km) e 49 km entre Tarauacá e Feijó.

Em maio de 2015, o governador Tião Viana buscou a ajuda diretamente com a presidente Dilma Rousseff e o Ministério dos Transportes e conseguiu a liberação de R$ 78 milhões para a obra de recuperação emergencial. As ordens de serviço foram assinadas no fim de agosto de 2015.

(…)