Coronavírus: prefeito Bocalom reúne empresários

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Encontro do prefeito Bocalom com empresários de Rio Branco

Com o objetivo de discutir uma estratégia de combate à covid equilibrada, o prefeito de Tião Bocalom, reuniu na segunda-feira, 15, com representantes de todo setor produtivo de Rio Branco: comércio, indústria e serviço para traçar metas articuladas de enfrentamento a doença. A reunião ocorreu na sede da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac).

Por cerca de duas horas as entidades se manifestaram por meio  de seus representantes, onde ficou decidida a criação de um grupo de trabalho para elaborar uma proposta com alternativas capazes de mitigar os efeitos da pandemia no desenvolvimento econômico e social de Rio Branco, com foco na preservação da vida.

Segundo José Adriano, presidente da Fieac, é importante essa discussão porque dialoga com o Decreto e avalia as tomadas de decisões que ocorreram recentemente como lockdown no fim de semana. “Colocamos acima de tudo a vida, mas é fundamental discutir, também, como recuperar a economia porque a sociedade não pode viver de sacolão”, ponderou.

Para o empresário Aden Araújo a classe empresarial é favorável que haja ações de combate à covid e elogiou a iniciativa do prefeito. “Tá comprovado que não tem fiscalização para dar cumprimento aos decretos Brasil a fora”, colocou.

Marcelo Moura ressaltou a importância da união de esforços. “A gente não tem que se enfrentar, a gente tem que se ajudar. O grande inimigo é o coronavírus. Conversamos internamente com as entidades e vamos elaborar uma campanha de conscientização forte. Entendemos que esse é um dos meios para enfrentar o inimigo invisível”, destacou Marcelo.

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O prefeito Tião Bocalom falou que fez o que democraticamente precisa ser feito; ouvir a sociedade civil organizada. “Ouvimos as sugestões e o compromisso de cada um dos seguimentos no sentido de ajudar na concretização da nossa população. Iremos apresentar o resultado a equipe do governo para uma tomada de decisão assertiva”, explicou.

O gestor lembrou que o vírus já ceifou muitas pessoas e não tem mais vagas nas UTIs, que o sistema de saúde está colapsado. “Vamos salvar vidas. Usar máscara e álcool em gel”, completou, Bocalom.