O roubo do pré-sal em dólares ao dia

Fernando Brito, Tijolaço:

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O tamanho do roubo do nosso pré-sal. Um dia, poremos os ladrões a correr

 

No dia 20 de  dezembro de 2015, nem um ano atrás ainda, O Globo publicava um editorial dizendo que “o pré-sal pode ser um patrimônio inútil”

Era, como se viu, o ensaio do discurso lesa-pátria que hoje se revela em toda sua hipocrisia na reportagem de Ramona Ordoñez e Bruno Rosa nas páginas do mesmíssimo jornal.

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E isso porque é só um poço, experimental, o pioneiro entre os mais de 40 que serão postos a produzir numa das megajazidas do pré-sal.

Apenas 30 mil barris diários, num campo onde as estimativas passam de 1 milhão de barris diários, quando a produção estiver no seu pico.

Façam a conta, não vou fazer para não alterar mais o pulso de indignação.

Os quinta-coluna de O Globo e os ratos travestidos de especialistas mentiram descaradamente. Diziam que o barril de óleo extraído do pré-sal  custava entre US$ 40 e US$ 57, enquanto custa US$ 8, cinco vezes menos.

É superfaturamento para Paulo Roberto Costa, o ladrão, suspirar de inveja!

Uma produção que vai exigir até oito navios-plataforma que, agora, não serão mais fabricados, nem em parte, por aqui.

Que não darão emprego aos brasileiros, os empregos que lhe foram furtados a pretexto de “restaurar a moralidade”, embora os mesmo vejam moralidade em entregar esse tesouro aos estrangeiros.

Não há um brasileiro honesto, qualquer que seja sua ideologia, que possa concordar com o saque de dezenas de  milhões de dólare, todo dia, de seu país.

Ladrões, ladrões, mil vezes ladrões.

Os aventureiros que vierem abocanhar o pré-sal que pertence ao povo brasileiro, onde estão sonhos e esperança de saúde, de educação, e não mansões, carrões e mulheres “vistosas” dos investidores estrangeiros, fiquem sabendo: o povo brasileiro vai recuperar esse tesouro que vocês se prepara para nos piratear, embora sempre se recusem ao nosso generoso convite a que venham partilha-lo, de maneira equilibrada e controlada pelo país que é dono dele.

As multinacionais, porém, não irão embora. Mas seus parentes e aderentes nascidos aqui, estes vão ter de prestar contas diante da Nação.