Condenada a 14 anos de prisão pelos atos de 8 de janeiro, Adalgiza Maria Dourado, de 65 anos, tenta reverter sua situação por meio de um apelo internacional. A defesa acionou a Organização dos Estados Americanos (OEA), alegando violação de direitos humanos e risco à integridade física na Penitenciária Feminina do Distrito Federal.
O advogado Luiz Felipe Pereira da Cunha argumenta que a idosa precisa de atendimento médico, psicológico e psiquiátrico, e solicita que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos recomende sua transferência para prisão domiciliar. O pedido agora aguarda manifestação da OEA.
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