Gov GladsonC vai ao Guedes e nada (só blá blá blá)

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Gov GladsonC e o ministro de Bolsonaro, Paulo Guedes

Concretamente, o governo Bolsonaro ainda não fez nada pelo Acre…

O governador GladsonC até tentou hoje com o ministro-banqueiro Paulo Guedes…

Mas, como diz um ex-morador do Palácio Rio Branco, ‘falta equipe e um plano de governo.’

O release do governo enviado às redações enche linguiça até não poder mais e…, você procura e não acha uma informação pão-pão, queijo-queijo…nada que signifique apoio ao Estado do Acre…uma decisão concreta sequer.

Só o governo GladsonC acredita nesse desgoverno Bolsonaro/Guedess…

Se tiver paciência e tempo, passe o olho no release blá blá blá abaixo do governo…trezentas linhas falando mal dos governos do PT, pelo amor de Deus!


AnGA (Gov do Acre)

Governo pede urgência na renegociação de dívida bilionária do Estado

 

Nesta quarta-feira, 20, equipe econômica do governo se reuniu com ministro da Economia Paulo para buscar as alternativas urgentes ao equilíbrio das contas do Acre

Desde que assumiu o governo do Estado do Acre em 1º de janeiro de 2019, o governador Gladson Cameli sabia que estava diante de grandes e tortuosos desafios. Sem dúvidas, ver os funcionários sem receber parte do 13º foi um deles. Além disso, as dívidas que foram apresentadas pelo grupo que governou o Acre por 20 anos não eram, nem de perto, o equivalente ao que foi levantado pela equipe econômica do governo Gladson Cameli.

O governo encontrou operações de créditos em empréstimos de mais de 3,8 bilhões de reais, pulverizadas em cerca 40 contratos, entre instituições financeiras nacionais e internacionais. A maioria desses contratos geraram um montante de obras paralisadas, e outras, que foram entregues, já destruídas e sem nenhuma funcionalidade. A partir do diagnóstico, foram definidas as prioridades baseadas em critérios de responsabilidade fiscal e com a população. O governador Gladson Cameli solicitou o resgate dos possíveis contratos que poderiam ser restabelecidos por meio de renegociações, para não paralisar totalmente as obras. Outra grave crise encontrada foi com o Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES). A problemática da não observância aos limites pactuados com o BNDES, trouxe à tona um montante de recursos de 100 milhões de contratos utilizados indevidamente pelo governo anterior, convênios adquiridos para um fim e utilizados em outras operações, o que penalizou a nova gestão perante o banco.

O caos econômico do Estado do Acre figurava o maior desafio para manutenção da governança e gestão. A primeira atitude foi a reforma promovida pelo governo que reduziu em 40% os números de secretarias e cargos. Com muito esforço, o governo correu para a mesa de renegociações com bancos, credores, dando prioridade ao pagamento do restante do 13º dos servidores estaduais, definitivamente quitados no final do mês de outubro de 2019. Diante desse cenário, a equipe de planejamento, gestão, tesouro e casa civil do governo, com diligência e responsabilidade, buscaram os mecanismos para o equilíbrio dos acordos financeiros estabelecidos antes de 2019.

Exatamente por isso, nesta quarta-feira, uma das importantes pautas do governo Gladson Cameli se deu no diálogo com o ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes e seus assessores. O governador solicitou a especial atenção do ministro e sua equipe técnica para avaliar a situação dessas operações de crédito.

“Reitero a urgência da necessidade de reequilibrar as finanças do Estado. Não temos como dar manutenção ao projeto de governo que idealizamos com um montante de dívidas como este; Estamos buscando manter nossos projetos sem continuar com o desequilíbrio que herdamos,” declarou enfático o governador.

Segundo a secretária da secretaria da Fazenda, Semírames Dias, precisamos gerar o urgente equilíbrio das contas por meio das renegociações. “Necessitamos rever taxas de juros, períodos de carência e maior dilatação de prazos para o pagamento das dívidas,” afirmou. O ministro se colocou à disposição do Acre, com toda sua equipe técnica para avaliar toda a situação. “Os estados que estão fazendo seu dever de casa, no tocante as suas contas públicas terão nosso apoio. Nosso corpo técnico, após análise, informará o posicionamento, buscando ajudar o Acre”, finalizou Guedes.


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