Sindicato da Saúde arrependido com Gov GladsonC/Rocha

sindicato #

Sintesac e o Ensaio sobre a cegueira, diria Saramago

O Sintesac não precisa ser atrelado a partido algum, mas tem (ou tinha) a obrigação de enxergar melhor durante a campanha eleitoral/2018 para o governo, quando entrou de cabeça na campanha de GladsonC/Rocha demonizando o PT…sindicato míope politicamente leva os associados à decepção mais rápido do que se imagina….sindicato é essencialmente política e consciência…quem não entende isso vai ficar batendo cabeça a vida toda sem encontrar as respostas para os problemas que surgem todos os dias – J R Braña B. (mais grifos na nota abaixo)

Nota do Sintesac abaixo

sintesac

ESCLARECIMENTO SOBRE O PL QUE CRIA O INSTITUTO DE GESTÃO DE SAÚDE

Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado do Acre – SINTESAC, vem a público se manifestar, a cerca do Projeto de LEI, de 22 de Abril de 2020,  que cria o Instituto de Gestão em Saúde do Acre – IGESAC.

É notório que nossa entidade, foi uma das mais combativas (e agiu politicamente, anulando o que prega de ‘alheamento a partidos’, para ajudar a tirar o PT do governo – J R Braña B.) ao governo TIÃO VIANA, exclusivamente em razão  dos abusos, centrados no sucateamento do setor saúde, na tentativa imoral de demitir os pais e mães de famílias do PRÓ SAÚDE e por fim na fracassada tentativa golpista de terceirizar nossa saúde,  por meio de Organizações Sociais – OS.(neste ponto o Sintesac agiu corretamente e como deve ser independente do governo de plantão – J R Braña B)

Nossas ações sempre foram alheias a bandeiras politico-partidárias, nosso único partido foi e sempre será  os trabalhadores. (isso não impede de enxergar a realidade e os atores políticos numa disputa eleitoral e debater com os filiados a opção menos problemática à categoria em curto e médio prazos… – J R Braña B)

O atual governo, aproveitando-se da nossa batalha, usou as nossas reivindicações (Não! o Sindicato abraçou-se cegamente com GladsonC e Rocha – J R Braña B), o nosso suor e os nossos sonhos, para chegar ao poder, com um discurso de que jamais  seguiria os caminhos do governo viana (muita inocência com uma coligação de direita que dominou o Acre a vida toda antes dos 20 anos de FP – J R Braña B), levaram a mensagem de transformar o PRÓ  SAÚDE em autarquia, acabar com as demissões, integrando todos nos quadros do estado, inclusive os demitidos, consolidando o sonho da efetivação e em paralelo a isso, investir nos serviços de saúde, realizando concursos públicos, fortalecendo os Planos de Carreiras, implementando o SUS, ampliando acessos e valorizando o servidor.

Lamentavelmente, hoje, a história e a postura é (são – J R Braña B.) outra, o PL que cria instituto, o processo de reforma da previdência estadual e o nosso processo de greve, demonstraram claramente que os atuais interesses são bem diferentes dos apresentados em campanha.

O referido PL, da forma que está, objetiva apenas TERCEIRIZAR os serviços de saúde, acabando qualquer perspectiva de concursos públicos na saúde (esqueçam concurso daqui para frente…inclusive com Bolsonaro – J R Braña B.), precarizando ainda mais a vida dos trabalhadores em saúde, inclusive submetendo TODOS ao sistema privado, colocando em risco o emprego dos servidores “irregulares”, não trazendo nenhuma garantia aos servidores do PRÓ SAÚDE,  que mesmo se aprovado o PL, poderão ser demitidos a qualquer tempo, não tendo nenhum benéfico, de jornada ou salário, ficarão ad eternum, na situação que tanto lutaram para sair.

Por fim, esclarecemos que insistentemente, levamos um conjunto de propostas ao governo, ao MP e ao CES, mas, o governador nunca acatou. Agora aproveitam-se do grave momento em que vivemos, enviaram o PL para a ALEAC, na tentativa de consolidar o MAIOR golpe na história da nossa saude pública. A terceirização é uma porta aberta para a corrupção, curral eleitoral, MUTILA, ESCRAVIZA e MATA.

Esperamos, que o parlamento acriano, não chancele, mais esse duro golpe aos já sofridos trabalhadores em saúde, ao tempo em que mais uma vez, pedimos ao senhor governador, que não só nos ouça, mas, aceite (governo e patrão não dão nada porque alguém pede…eles respeitam quando há organização e mobilização classista – J R Braña B.) o pedido dos trabalhadores, já temos problemas demais para enfrentar, não crie mais um.

Adailton Cruz
Presidente