A pressão de parte da mídia local por um projeto de Senado retrógrado não pode vencer

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Perguntas que já se ouvem nas ruas:

Onde está a campanha do candidato ao senado, o doutor GladsonC?

Por que não se vê ele nas ruas conversando com o povo?

Que tipo de campanha é essa?

Como pode um candidato ao senado não fazer campanha, campanha normal, pedindo votos na rua?

Estranho isso, não…?

Por que GladsonC está sumido?

Por que confia somente no poder do dinheiro?

Será assim até o dia 5 de outubro?

Quais as propostas do doutor para ser  senador?

Está esperando os números da próxima pesquisa?

Não confia no taco?

Percebeu que no Juruá o buraco é mais embaixo também?

Mas o quero dizer mesmo é sobre o assunto da segunda-feira e possivelmente desta terça, que é a reação, digna, registre-se – da apóstola Dayse.

Como diz meu velho amigo Pe. Paolino, tem coisas que só os olhos de Deus enxergam. 

Nós, os humanos, passamos batidos.

Leia a reação da apóstola Dayse às provocações da mídia Bitarista e Gladista.

apóstola dayse costa


 

Carta de Perpétua às Comunidades Cristãs do Acre postada no seu facebook e que viralizou na rede

 

‘Meus queridos amigos e amigas, irmãs e irmãos de todo o Acre,

A vida parece me testar agora, um momento especial e difícil. O grave estado de saúde do meu pai cruza com o desafio de construir uma etapa nova e maior da minha luta. Deus me ajuda. Não é por acaso que o coração me anima a dividir meus sentimentos com todos vocês, que também buscam a verdade em Cristo.

Entrei na política porque sou uma mulher de fé. Aprendi no Evangelho a não aceitar as injustiças contra os semelhantes. A política é o caminho que encontrei para lutar por justiça social. Para lutar contra a fome, a violência e o abandono que maltratava o povo acreano, e isso não faz muito tempo.

Creio que seguimos o caminho certo. Com o governador Tião Viana servimos cada vez aos mais pobres, fortalecemos o projeto de desenvolvimento do Acre e seguimos com as boas mudanças iniciadas nos governos Jorge Viana e Binho Marques. A presidenta Dilma, igual ao presidente Lula, trabalha para todos com respeito à democracia e aos valores da família.

Minhas ideias são declaradas na Tribuna da Câmara Federal, na imprensa e nas caminhadas pelo Acre. Mas “boatos” e “fofocas” são armas diabólicas que ferem a verdade, roubam sonhos e matam esperanças. Estão colocando na minha boca palavras que não falei, ideias que não tenho, coisas que não fiz.

Tenho três mandatos de trabalho com as comunidades e igrejas, que são as parceiras certas das famílias, especialmente no combate às drogas. Governos e instituições precisam ser parceiros das igrejas – assim faço na Câmara Federal e, se Deus quiser, faremos no Senado.

Sobre aborto: sou contra! Muitas mulheres morrem por abortos clandestinos. A realidade exige que o Brasil trate esse mal como um problema de saúde pública e proteja a vida.

O meu berço é a Igreja Católica. Passei cinco anos no Convento das irmãs Dominicanas. Sai como professora de Catequese. Ajudei a fundar a Pastoral da Juventude e trabalhei dois anos na Casa Paroquial de Cruzeiro do Sul. Casei com o Edvaldo e sou mãe de dois filhos. Minha posição vem da minha fé e formação cristã.

Sobre casamento homossexual: sou contra qualquer igreja ser forçada a fazer algo contra a doutrina bíblica. A Constituição Federal garante liberdade religiosa e autonomia às igrejas, o que muito me honra, pois o partido do qual faço parte, o PCdoB, foi autor da Emenda Constitucional de 1946 que deu ao Brasil o direito às liberdades religiosas.

Na verdade, não existe nenhuma lei sobre casamento homossexual. O que existe é uma decisão do Supremo Tribunal Federal que reconhece direitos civis na união de pessoas do mesmo sexo.

Fiz com Edvaldo, há 26 anos, a escolha de construir nossa família pelos laços do Sagrado Matrimônio. E respeito as pessoas que fazem outras opções.

Democraticamente nossa chapa para o Senado é composta também pelo Pastor Davi e o juiz aposentado Pedro Longo como meus suplentes. Os partidos não sabiam, mas o nosso querido Davi era o pastor da minha mãe. Ele e o pastor Luiz Gonzaga acompanharam a mamãe no leito de morte. Ela pedia que eles orassem por mim, dizia “a política é muito traiçoeira e por isso a minha filha precisa de apoio espiritual”. Deus ouviu as orações da minha mãe. E o pastor Davi é hoje para mim muito mais do que um suplente. É um orientador espiritual que estará ao meu lado, como esteve ao lado da minha mãe, enquanto em vida.

Peço a oração, o apoio e o voto de cada um de vocês. Quero representar bem o Acre no Senado Federal, fortalecer nossas parcerias, ajudar a presidenta Dilma e o governador Tião Viana seguirem com o bom trabalho e as boas mudanças.

Um abraço da amiga e companheira,’

Perpétua Almeida

 

[Post scriptum]: o que está em jogo não é o que Perpétua pensa, acredita, faz ou deixa de fazer… O que está em jogo é o poder político no Acre, que se define em 5 de outubro. É isso que está em jogo.


 

Plano de Governo do Mbittar

Dediquei ontem pelo menos duas horas a ler as suas 88 páginas.

Imagino o esforço hercúleo que foi da assessoria do PSDB (com certeza não foram os tucanos locais liderados pelo Birico) juntar aquelas milhares de frases feitas (teorias fracassadas em governo do partido) e transformá-las em Plano de Governo.

Passo a comentar nas próximas colunas.


 

[Muda Mais]

Brasil da mídia X Brasil real: e o mundo não se acabou

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As notícias sobre a economia brasileira que circulam pela grande mídia nos levam a crer que existem dois Brasis: o real – que enfrenta a situação mundial adversa com geração de emprego,  aumento da renda, investimentos em infraestrutura e aumento persistente das reservas internacionais; e o irreal – extremamente pessimista, baseado apenas em leituras distorcidas e tendenciosas do cenário. O Brasil irreal é continuamente propagado pelos grandes veículos de imprensa, que pintam situações cataclísmicas (que não se confirmam, é claro) uma após a outra.

Por exemplo, passada a Copa do Mundo (a mesma que só estaria pronta em 2038, que seria motivo de vergonha para os brasileiros por causa dos aeroportos, a mesma que ninguém conseguiria assistir pela televisão, porque teríamos apagão),  os jornais falam em estagnação, recessão e inflação. Os grandes veículos são quase unânimes nessa catastrófica previsão, talvez porque o Brasil real não seja interessante para eles.

Apontam que a produção industrial está estagnada, que houve piora no mercado de trabalho, que o consumidor está menos confiante e o resultado disso será uma queda no Produto Interno Bruto (PIB). Também insistem na tese de inflação descontrolada e chegam ao cúmulo de responsabilizar o incentivo do governo à indústria (como a redução do IPI para setores específicos) pela queda na produção industrial. Vamos, pois, aos fatos.

Enquanto, na Europa, Peugeot, Citroën e Ford fechavam as portas, e a GM, nos Estados Unidos, vivia a sua mais grave crise, o Brasil seguiu na onda contrária. Além de estimular o consumo (diminuindo sua arrecadação), lançou o Plano Brasil Maior, para fortalecer a industria nacional, com transferência de tecnologia, incentivos fiscais, geração de emprego e renda.

Boa parte dos grandes jornais também fala em desempenho ruim do mercado de trabalho. A ideia é tão distante da realidade que são raros (por vezes inexistentes) os argumentos a embasá-la. Sabe por quê? O Brasil vive um dos seus melhores momentos no emprego. Enquanto no passado (e isso lá antes de 2003), a notícia era do crescente aumento do desemprego, hoje as manchetes trazem “piora do mercado de trabalho” porque não se gera tanto emprego como antes.

Novamente, vamos a uma regrinha fácil: se a geração de emprego cresceu vertiginosamente nos últimos 12 anos, se o desemprego caiu vertiginosamente nos últimos 12 anos, significa que vivemos um novo momento – um cenário de pleno emprego. Mas isso você não vê por aí, né?! Também não vemos ninguém falar sobre a confiança na manutenção do emprego: de acordo com o Datafolha, 70% dos brasileiros não se sente em risco de ser demitido.

E a inflação? Quando o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o crescimento de 0,2% no PIB do primeiro trimestre do ano, as manchetes trouxeram outro assunto: uma suposta inflação estava crescente, descontrolada que ameaçava o país. Em resposta às especulações,  o ministro da Fazenda, Guido Mantega, negou o fato e ainda afirmou que a inflação cairia nos próximos meses. Você não viu essa manchete por aí, mas ele estava certo: tanto em maio como em junho, a inflação caiu.

O que se vê nas páginas dos jornais é interesse em propagar o pessimismo. O Brasil que não acabou com realização da Copa, contrariando as previsões, agora precisa acabar até o dia 26 de outubro deste ano. Recentemente, em entrevista à Globonews, a presidenta Dilma Rousseff falou sobre o assunto e advertiu que esse não era um bom caminho, uma vez que o pessimismo limita as reações.

Agora, vale uma reflexão: você já se perguntou por que tanto pessimismo nas páginas de jornais? Por que insistem que o Brasil não está dando certo, independentemente da realidade gritante de um país cada vez melhor? Talvez a resposta esteja em 2015, mas isso será assunto para um próximo post. Por ora, podemos dizer que a bola de cristal dos “analistas” dos jornais está tão boa quanto aquela que previu que o mundo terminaria em 12/12/2012. E, pra fechar, citamos Carmen Miranda e lembramos que o mundo não se acabou.


 

Lula na campanha de Dilma (série)

 

‘Não adianta só ficar no Ipad, no Iphone xingando todo mundo…’

 


Por hoje, FIM