IBGE e o Turismo no Acre: Destino esquecido

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O Acre não viu (nem vai ver) a cor do dinheiro gasto por turistas que visitam o Brasil, que também é anão no setor, historicamente, devido às quase inexistentes políticas públicas e privadas que sejam atrativas a quem mora fora…(afora as questões de segurança e situação social precária do país que assustam o visitante)

2020-2021 pouco mais de 6 mil pessoas entraram legalmente no Acre

oestadoacre (segue o ET após informações do IBGE)

IBGE

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O número de viagens caiu 41% entre 2019 e 2021 – Foto: Jonathan Campos – AEN-PR

De 2020 para 2021, gastos com turismo caem de R$ 11,0 bilhões para R$ 9,8 bilhões

 

  • Resumo

  • Em 2019, foram realizados 20,9 milhões de viagens e, em 2021, 12,3 milhões. O número de viagens caiu 41% entre 2019 e 2021.
  • A PNAD levantou pela primeira vez os gastos com turismo. Em 2021, os gastos totais em viagens nacionais com pernoite somaram R$ 9,8 bilhões, contra R$ 11,0 bilhões em 2020.
  • Em 2021, os maiores gastos foram em viagens para São Paulo (R$ 1,8 bilhão), Bahia (R$1,1 bilhão) e Rio de Janeiro (R$1,0 bilhão).
  • Uma em cada cinco viagens (ou 20,6% delas) foi para o estado de São Paulo, o destino mais procurado. Minas Gerais (11,4%) e Bahia (9,5%) vieram a seguir.
  • A proporção de domicílios em que algum morador viajou caiu de 21,8% em 2019 para 13,9% em 2020 e para 12,7% em 2021.
  • Em cerca de um terço (33,1%) dos domicílios com renda per capita de quatro ou mais salários mínimos, algum morador viajou em 2021. No extremo oposto, em apenas 7,7% dos domicílios com renda per capita abaixo de meio salário mínimo, algum morador viajou no mesmo ano.
  • Nos domicílios com renda per capita abaixo de meio salário mínimo, 35,1% das viagens pessoais foram para tratamento de saúde e apenas 14,3% para lazer. Já nos domicílios com renda per capita de quatro ou mais salários mínimos, 57,5% das viagens foram para lazer e apenas 4,4% para tratamento de saúde.
  • Cerca de 57,2% das viagens de 2021 foram em carro particular ou de empresas, 12,5% em ônibus de linha e 10,2% de avião.
  • O percentual de viagens internacionais no total captado pela PNAD caiu de 3,8% em 2019 para 0,7% em 2021.
  • Do total de viagens em 2021, cerca de 14,6% foram profissionais e 85,4%, pessoais.

Em tempo: custo de vida alto (incluindo passagens aéreas, terrestres, poder aquisitivo muito baixo) e quase nenhuma importância política no Congresso Nacional – fazem do Acre um lugar de destino esquecido….

Em tempo 2: não existe a menor possibilidade de ganhos com o turismo num estado completamente isolado social, econômica, cultural, e o principal – politicamente.

Em tempo 3: o Acre segue sendo um destino esquecido, que ninguém procura…

J R Braña B.

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