Guillermo Otta Parum trabalha como pescador na Amazônia boliviana há mais de 50 anos.
No início, dedicou-se à pesca de peixes nativos, como os diversos tipos de bagres que vivem na região.
Mas à certa altura chegou um peixe gigante de água doce, conhecido localmente como paiche, ou Arapaima gigas pelo seu nome científico. No Brasil, trata-se de um velho conhecido: o pirarucu.
“Achei que essa criatura fosse uma cobra d’água, que atacaria tudo, que comê-la faria mal, que poderia ser venenosa”, lembra.
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